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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
segunda-feira, 27 de maio de 2013
CARTA
Coro Gênesis
O dia está chegando... São duas
décadas que muitos revivem este momento... A emoção, a ansiedade, os últimos
preparativos... Enfim, a Cantata! E hoje, quando dava uma estudada na mesma,
resolvi escrever... São estes os momentos que nos fazem pensar e fazer uma
retrospectiva da caminhada até aqui. E confesso-lhes, queridos colegas do Coro
Gênesis, foram muitas flores semeadas. É uma história que, queiramos ou não,
faz parte das nossas vidas... flores, espinhos... que nos serviram de
crescimento.
O nosso Coral é hoje “uma
referência” e conquistou esse espaço junto à comunidade graças a sua seriedade
e comprometimento, com retidão de vida, com seus erros, seus acertos. As
Cantatas de Natal ou de Páscoa já são esperadas na comunidade e, por tudo isso,
somos gratos a Deus, pela vida de cada um de vocês, que contribuem com a sua
voz, com a sua mão amiga, a projetar esta longa e linda caminhada do Coro
Gênesis.
Não são simples encontros e
ensaios nas terças-feiras. No início um pouco inseguros, constrangidos, meros
conhecidos, tímidos, tornamo-nos colegas e amigos, pois o tempo voou e vivemos
um a vida do outro sem perceber. Aprendemos a nos conhecer e nos compreender. Aprendemos
a compartilhar a vida do outro nas alegrias, quando o sol irradia em nossas
vidas, nos dias mais cinzentos, nas enfermidades de familiares e nas perdas...
grandes perdas... Mas lá também o Coro se fez presente. Somos apenas colegas?
Não, somos uma família, pois família se compromete, participa, põe a mão no teu
ombro e diz: “Vai firme que estamos contigo!”
Quanta coisa teríamos para
compartilhar... Um orando pelo outro... pelos seus problemas, pelas suas
expectativas... E aqui fica apenas um exemplo da nossa colega Julia... a sua
alegria também é nossa... pois... Mas toda honra e toda glória é para Deus!
SIM, NÓS CREMOS! Oxalá que o dia
de amanhã possamos cada um cantar e adorar ao Senhor com convicção e fé... Sim,
nós cremos!
“Ó, Rei de amor, o teu sepulcro
está vazio. Venceste a morte pelo teu poder. O teu perdão quebrou correntes e
pecados...”
Que a fé em Jesus Cristo tome
conta do nosso ser e que nessa Cantata seja oferecido ao Senhor um perfeito
louvor... com uma adoração sincera... transmitindo à plateia a autenticidade
nas nossas palavras e o peso que elas contêm.
Sim, nós cremos!
Rogamos ao Supremo Deus as
bênçãos sobre cada um de vocês e seus familiares, que possamos, com muita
seriedade e desprendimento, levar a música sacra a tantos corações ainda
sedentos da Palavra de Deus.
Obrigada!
Eliani
Maio / 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
MENSAGEM
Uma senhora entrou numa loja
disposta a pagar qualquer preço por um sapato novo, bonito e confortável. Experimentou
um, calçou outro, e nada. Quando calçava bem, não era bonito. Se era bonito, não
era confortável. Mesmo os modelos mais caros não agradavam, sempre faltava
alguma coisa.
Após experimentar uma enorme
pilha, finalmente encontrou aquele que procurava. Macio, confortável e de
modelo muito bonito.
— Achei! Quanto custa? —
perguntou.
— Nada, madame, esse já está pago
— respondeu o vendedor — esse a senhora estava calçando quando entrou na loja. É
o seu!
Estava tão novinho, macio e
confortável que não parecia ser seu velho sapato. Sem saber o que dizer,
constrangida, despediu-se do vendedor.
Quantas vezes nos dispomos a
pagar qualquer preço por um amigo alegre e jovial, que saiba cantar e tocar, e
que esteja sempre disposto a nos acompanhar no clube, nas festas, enfim, o
amigo de todos os momentos. Nessa ansiosa procura, experimentamos pilhas de
desilusões e não percebemos que bem pertinho de nós está alguém que já se
amoldou tanto ao nosso modo de viver que parece nem existir.
Ouve, aceita, caminha conosco. Protege
os nossos passos e o tratamos com descaso, como aquele calçado que usamos todos
os dias e não cuidamos sequer de sua aparência. Nada de graxa protetora, nem ao
menos um pano úmido. No entanto, na hora da desgraça, na angústia e na doença,
ele não desaparece e ressurge como um anjo salvador, brotando debaixo daquela
enorme pilha de falsos amigos.
A teoria diz que os melhores
calçados são aqueles de maior custo, mas a prática mostra que os melhores
amigos são aqueles que recebemos gratuitamente. A verdadeira amizade, mesmo
após muitos anos de uso, parece sempre nova. Alguns pequenos arranhões são facilmente
reparados com uma escova de brilho. Algumas escovadinhas e reaparece o brilho
do respeito e da compreensão. Reaparece o brilho do perdão.
(Jorge
Lorente)
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